Especializada, há mais de uma década no mercado com foco em saúde ocupacional, visando melhor adaptação do homem no seu trabalho e gerando satisfação do empregado e da empresa. Oferecemos segurança, não só no trabalho, mas em fazer frente as questões legais junto ao Ministério do Trabalho, Ministério Público, Previdência Social e Judiciário.

Solução completa, para atendimento de seus empregados, num só lugar, de forma eficiente e com a agilidade e qualidade que sua empresa merece e necessita.

Atendimento personalizado e processos totalmente informatizado, desde o agendamento até o faturamento.

  • Possuímos clínicas em Porto Alegre e Canoas;
  • Atendemos em todo o território nacional através de nossa ampla rede credenciada;
  • Garantimos segurança aos nossos clientes, zelando pela prevenção de processos judiciais;
  • Possuímos estacionamento próprio;
  • Todos os exames no mesmo local: exames clínicos, acuidade visual, audiometria, espirometria, eletrocardiograma, eletroencefalograma, exames laboratoriais, avaliação psicossocial, psicotécnica, otoneurológica, dentre outros.

Em função da nossa logística e da informatização do nosso atendimento, a entrega do ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) é feita em um prazo extremamente rápido: podendo variar de 24h até no máximo 72h.

Além disso, conta com uma equipe altamente qualificada de profissionais, dentre eles Médicos do Trabalho, Fonoaudiólogos, Psicólogos, Oftalmologistas, Cardiologistas, Neurologistas, Engenheiros de Segurança do Trabalho, Técnicos de Enfermagem, Técnicos de Enfermagem do Trabalho, Técnicos de Segurança do Trabalho, dentre outros.

 

Respeitamos a Resolução CFM nº 1.639/2002:

Art. 1º – Aprovar as “Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário Médico”, anexas à esta resolução, possibilitando a elaboração e o arquivamento do prontuário em meio eletrônico.

Art. 2º – Estabelecer a guarda permanente para os prontuários médicos arquivados eletronicamente em meio óptico ou magnético, e microfilmados.

Art. 3º – Recomendar a implantação da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos em todas as unidades que prestam assistência médica e são detentoras de arquivos de prontuários médicos, tomando como base as atribuições estabelecidas na legislação arquivística brasileira (a Resolução CONARQ nº 7/97, a NBR nº10.519/88, da ABNT, e o Decreto nº 4.073/2002, que regulamenta a Lei de Arquivos – Lei nº 8.159/91).

Art. 4º – Estabelecer o prazo mínimo de 20 (vinte) anos, a partir do último registro, para a preservação dos prontuários médicos em suporte de papel.

Parágrafo único – Findo o prazo estabelecido no caput, e considerando o valor secundário dos prontuários, a Comissão Permanente de Avaliação de Documentos, após consulta à Comissão de Revisão de Prontuários, deverá elaborar e aplicar critérios de amostragem para a preservação definitiva dos documentos em papel que apresentem informações relevantes do ponto de vista médico-científico, histórico e social.

Art. 5º – Autorizar, no caso de emprego da microfilmagem, a eliminação do suporte de papel dos prontuários microfilmados, de acordo com os procedimentos previstos na legislação arquivística em vigor (Lei nº 5.433/68 e Decreto nº 1.799/96), após análise obrigatória da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos da unidade médico-hospitalar geradora do arquivo.

Art. 6º – Autorizar, no caso de digitalização dos prontuários, a eliminação do suporte de papel dos mesmos, desde que a forma de armazenamento dos documentos digitalizados obedeça à norma específica de digitalização contida no anexo desta resolução e após análise obrigatória da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos da unidade médico-hospitalar geradora do arquivo.

Art. 7º – O Conselho Federal de Medicina e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), mediante convênio específico, expedirão, quando solicitados, a certificação dos sistemas para guarda e manuseio de prontuários eletrônicos que estejam de acordo com as normas técnicas especificadas no anexo a esta resolução.

Art. 8º – Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 9º – Fica revogada a Resolução CFM nº 1.331/89 e demais disposições em contrário.